Sapo-cururu

Fotografia por Peter Glenday, CC BY-NC-ND

Local da foto: Costa Rica

 NIKON D800 (NIKON CORPORATION)
Distância Focal: 100mm  •  Abertura: f/4.5  •  Tempo de Exposição: 1/320s  •  ISO: 800
Data em que a foto foi tirada: 16/05/2017
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Sapo-cururu

Rhinella marina
Reino Animalia
Filo Chordata
Classe Amphibia
Ordem Anura
Família Bufonidae
Gênero Rhinella
Nome Científico Rhinella marina(Linnaeus, 1758)
Sinônimo(s) Bufo marinus
Nome Inglês Cane Toad, Giant Neotropical Toad, Marine Toad
Estado de Conservação LC  - Pouco Preocupante (IUCN / 2009)

Descrição

O sapo-cururu é uma grande espécie de sapo verdadeiro terrestre da família Bufonidae.

A pele do sapo-cururu é seca e verrugosa, e tem sulcos distintos acima dos olhos, que se estendem até o focinho. A cor da pele pode ser cinza, amarelada, marrom avermelhada ou marrom-oliva, com diferentes padrões. Atrás de cada olho existe uma grande glândula paratoide. A superfície ventral tem uma coloração creme e pode ter manchas com tons de preto ou marrom. As pupilas são horizontais e a íris é dourada.

A fêmea do sapo-cururu é significativamente maior do que o macho, atingindo, em média, 10 a 15 cm de comprimento.

Biologia

A maioria dos sapos identificam suas presas pelo movimento, e a visão parece ser o principal método pelo qual o sapo-cururu detecta presas. No entanto, esta espécie também pode localizar alimento usando seu olfato. O sapo-cururu se alimenta de uma grande variedade alimentos. Além de presas como pequenos roedores, répteis, outros anfíbios, pássaros e uma grande variedade de invertebrados, ele também se alimenta de plantas, alimentos para cães e lixo doméstico.

O sapo-cururu pode reproduzir praticamente durante todo o ano. Os machos se reúnem em corpos de água e vocalizam para as fêmeas. Mais de um macho pode fertilizar os ovos de uma única fêmea, e um macho particularmente bem-sucedido pode fertilizar os ovos de várias fêmeas em uma única época de reprodução.

A fêmea pode colocar ovos depois do seu segundo ano. Os ovos são colocados em longos cordões gelatinosos em pedras, detritos ou vegetação emergente, chegando a numerar entre 8.000 e 25.000 ovos. Os ovos eclodem depois de 2 a 7 dias, e os girinos geralmente são pequenos (10 a 11 mm de comprimento) e pretos, mas crescem rapidamente. A metamorfose dos girinos em pequenos sapinhos idênticos aos adultos ocorre entre 45 e 55 dias. O sapo-cururu é uma espécie de vida relativamente longa, podendo viver até 10 anos.

A pele do sapo-cururu adulto é tóxica, bem como as grandes glândulas paratoides atrás dos olhos e outras glândulas no seu dorso. Quando o sapo-cururu é ameaçado, as glândulas secretam um líquido branco leitoso conhecido como bufotoxina, que é tóxico para muitos animais e humanos se ingerido.

Habitat

O sapo-cururu habita áreas úmidas com cobertura adequada, incluindo canaviais, savanas, florestas abertas e florestas equatoriais secas. Ele também vive em habitats degradados e ambientes criados pelo homem, e é ocasionalmente encontrado em planícies e florestas montanhosas intocadas, mas geralmente prefere habitats abertos e perturbados, como trilhas, estradas, pastagens e áreas próximas de assentamento humano.

Distribuição

O sapo-cururu é uma espécie nativa das Américas. Ele ocorre do sul do Texas nos Estados Unidos, pelo México tropical e América Central até a América do Sul, mas foi introduzido em muitos lugares pelo mundo.

Continentes de Ocorrência

América do Norte, América do Sul, Ásia, Austrália/Oceania

Elaboração e Tradução de Texto (Inglês / Espanhol para Português)

  • Terra Selvagem (by LS).

Referências

  • Wikipedia contributors. "Cane Toad." Wikipedia, The Free Encyclopedia. Wikipedia, The Free Encyclopedia, 30 Mar. 2017. Web. 31 Mar. 2017.
  • Hilgris, R. 2001. "Rhinella marina" (On-line), Animal Diversity Web.
  • Frank Solís, Roberto Ibáñez, Geoffrey Hammerson, Blair Hedges, Arvin Diesmos, Masafumi Matsui, Jean-Marc Hero, Stephen Richards, Luis Coloma, Santiago Ron, Enrique La Marca, Jerry Hardy, Robert Powell, Federico Bolaños, Gerardo Chaves, Paulino Ponce. 2009. Rhinella marina. The IUCN Red List of Threatened Species 2009: e.T41065A10382424.

Fotos da Espécie

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